Razor da LASA

Razor da LASA:

Líder entre os touros do Sumário EMBRAPA;
Ferramenta para uso em matrizes F1;
Proporciona carcaças de mais volume
e rendimento;
Objetiva incrementos em Musculosidade e
qualidade de carne. 

IMG_7408Razor - ROBERTO COELHO Senepol da San- Fazenda San Francisco.

Produção do Razor – cruzamento industrial com vacas meio sangue Red Angus e Hereford

PROGENIE RAZOR DA LASA - TOURO SENEPOL SAM_2015

Produção Razor – Novilhas Senepol PO

IMG_7447 DOMADA DA SAN + 738 DA SAN -SENEPOL DA SAN FAZENDA SAN FRANCISCO.

Venda de sémen através da Central SEMEX BRASIL – Fone: +55(47) 3231-0400   http://www.semex.com.br/

 

 

Novilho Precoce lança vídeo Institucional

Novilho Precoce lança vídeo Institucional

A Associação dos Produtores de Novilho Precoce de Mato Grosso do Sul – Novilho MS – divulgou no dia 13 de janeiro vídeo institucional sobre a entidade.
A Novilho Precoce MS foi criada em 1998, com o intuito de atender à demanda por carne bovina com qualidade comprovada e identificaão de origem.
 
Atualmente conta com a participação de associados de diversos municípios do Estado.
 
O vídeo mostra a parceria com o Carrefour para o fornecimento de carne com garantia de origem e também com o Grupo JBS para abate de machos e fêmeas, bem como a
adesão ao Programa Boas Práticas Agropecuárias – BPA, da Embrapa Gado de Corte.
 
https://www.youtube.com/watch?v=TjOhRtIpeT0#t=274

Atenção à qualidade dos confinamentos pode garantir o bem-estar dos animais

Copiei aqui uma matéria sobre a manutenção das cocheiras no qual me ajudou a tirar algumas dúvidas, uma delas era o uso de palha de arroz, já vi o uso em cocheiras em vários lugares, aqui na fazenda usamos maravalha porém uma vez que levamos nossos cavalos em uma exposição e a cama era de palha de arroz os cavalos comeram e começaram a ter cólica e foi um desespero, desde então eu não tive mais coragem de usar. A palha de arroz para nós é gratuita pois na Fazenda San Francisco há cultivo de arroz irrigado e o transporte não é um problema como é o da maravalha. Quando acabar a maravalha vou fazer um teste com a palha de arroz e coloco aqui o resultado. A nossa chocheira é feita de bambu e eucalipto. Pensando na ventilação, fizemos ela aberta em uma área alta pois no pantanal o calor diário é de 35 a 40 graus, apenas em alguns meses faz frio.

 
Segue a matéria:
 
Grande parte da saúde e bem-estar dos animais está relacionada com o ambiente em que eles vivem. Quando se trata de confinamento, a higiene das baias tem grande importância para o bom desenvolvimento e a manutenção da saúde dos cavalos. O espaço, a cama, o cocho e outros quesitos precisam estar higienizados, arejados e em bom estado para o animal viver bem.
O tamanho ideal para uma baia é de 12 metros quadrados. É importante também respeitar essas medidas para trazer conforto ao animal, permitindo que ele consiga se movimentar tranquilamente. O ambiente ser arejado torna o confinamento menos estressante e o cuidado com uma boa circulação de ar na baia é essencial.
Segundo o tratador de uma hospedaria de cavalos em Pelotas/RS, Éber Veiga Pereira de Ávila, a manutenção das camas deve ser rotineira e a casca de arroz ou a serragem/maravalha são recomendadas para utilização como cama. “Se for de casca de arroz, a cama deve ser de cascas velhas e novas, a cada reposição. Senão o cavalo pode acabar se alimentando da cama, se for só de novas”, disse Ávila. 
Conforme o tratador, a casca de arroz é o melhor item por ser de fácil acessibilidade na quantidade demandada diariamente na região Sul do Rio Grande do Sul, além de ser macia, de melhor para o manejo e barata. Em camas de serragem, a atenção deve ser redobrada no pó que acumula e que pode vir a ocasionar alergia respiratória nos animais.
Outros exemplos de camas são as feitas de areia, pisos de borracha cobertos com serragem, capim seco ou palha. Independente do material é aconselhável limpar as fezes e urina pelo menos duas vezes ao dia, para não acumular detritos fecais e evitar possíveis doenças por contaminação. 
Higienização dos cochos
A atenção com os locais onde são dispostos os alimentos e a água que o animal ingere também é fundamental para a saúde do equino. É preciso ter o cuidado em evitar que os resíduos da comida acumulem e apodreçam podendo ser possivelmente ingeridos pelo cavalo e gerar distúrbios gastrointestinais (cólicas).
O indicado é retirar os restos de ração e limpar o cocho com água corrente após cada refeição, assim o ambiente fica sempre limpo eimpede a fermentação de alguns alimentos desperdiçados dentro e fora do recipiente. 
Confinamento
Os equinos retirados do seu habitat natural e submetidos ao confinamento sofrem com a adaptação à nova condição, que propicia alterações comportamentais em decorrência do confinamento prolongado desses animais. Se ele estiver sempre bem alimentado, o local com tamanho adequado, arejado e limpo, que não propicie doenças, lesões ou estresse impedirá possíveis problemas fisiológicos, físicos e vícios frequentemente observados em animais estabulados, oferecendo o bem estar merecido e de direito do animal.



Redator: Karen Nunes/ABCCC

Venda de Sémen: ASTRAL DA SAN – Valores promocionais

O touro ASTRAL DA SAN esta com venda sémen através da ALTA GENETICS – valores promocionais. Entre em contato através do telefone: (34) 3318-7777 / 3318-7701

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A hora de investir em Senepol é agora

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Com a perspectiva aquecida para exportação de carne bovina, utilizar o taurino tropical para reduzir o ciclo de abate é a opção certeira para atender à demanda

Ao avaliar a situação atual e as tendências para 2015, levando em consideração os patamares alcançados no último ano, observa-se uma perspectiva positiva para o consumo de proteína, especialmente a carne bovina, tanto no mercado interno como na exportação. O Brasil alcança bons resultados, em virtude da redução do número de animais em territórios concorrentes, da necessidade de consumo de países em desenvolvimento e de novos acordos.

O que se observa é a tendência expressiva para a exportação em 2015, resultado da soma de comercializações existentes e da abertura de novos mercados: Taiwan, Indonésia, Japão, Tailândia, Myanmar, Coréia do Sul, Coréia do Norte e Marrocos. Por isso, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carne (Abiec), estima-se que neste ano a renda da exportação de carne bovina conquiste US$ 8 bilhões, superior à receita anunciada pela entidade no ano passado (US$ 7 bilhões).

Além dos novos países supracitados, a China, que em 2011 abriu o mercado para a aquisição direta de carne suína brasileira, formalizou, também, a reabertura de mercado para a obtenção de proteína bovina in natura, em novembro de 2014. Um dos fatores que estimulam a comercialização de carne brasileira para o mercado externo, e que deve ser mantido para que as metas continuem alavancar, é o cuidado com a sanidade animal, pois o País tem o maior rebanho livre de febre aftosa do mundo, de acordo com o presidente da Abiec, Antônio Jorge Camardelli

O que se almeja com o consumo de carne brasileira em diversos países é o estímulo para o investimento na pecuária de corte. Dessa forma, para atender o esperado é importante que os criadores invistam em animais de ciclo curto, que consigam oferecer o produto final de qualidade e em tempo hábil para atender a procura por proteína de origem bovina. O Senepol, por responder positivamente às pressões cronológicas, é uma das raças mais indicadas para produzir carne em curto prazo, com bom rendimento da carcaça e ganho de peso.

Assessoria de Imprensa/Berrante Comunicação

Por Karina Mamede

Para a evolução da raça Senepol, o caminho é identificar os melhores animais

Número expressivo de touros inscritos na 1ª Edição da Prova de Eficiência Alimentar de Touros Senepol, realizada pela UFU, com apoio da ABCB Senepol,…

Número expressivo de touros inscritos na 1ª Edição da Prova de Eficiência Alimentar de Touros Senepol, realizada pela UFU, com apoio da ABCB Senepol, demonstra a preocupação dos pecuaristas com o futuro da raça

A primeira edição da prova de eficiência alimentar da raça Senepol, proposta pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), com o apoio da Associação Brasileira dos Criadores de Bovinos Senepol (ABCB Senepol), obteve um número expressivo de animais cadastrados. Foram inscritos 44 touros, de 18 criatórios, localizados em diversas regiões do Brasil. Isso mostra a preocupação dos pecuaristas em melhorar o rebanho da raça no País.

Com o caráter técnico e científico, a prova certamente terá um impacto positivo para a evolução do Senepol, auxiliando na identificação dos reprodutores que conseguem, com eficácia, transformar a menor quantidade de alimento de baixo valor econômico em produto final (carne) de qualidade. Esta é a primeira prova de Consumo Alimentar Residual (CAR) apoiada pela Associação, o que evidencia a imparcialidade das avaliações. Além disso, será realizada por uma entidade de ensino superior respeitada e qualificada.

“A associação apoia essa prova, pois ela entende como uma forma de demonstrar aos produtores o caminho que deve ser dado à seleção genética e ao melhoramento dos seus animais através da avaliação, que, somando o ganho de peso diário, que é o quanto o animal ganhou por dia, contemplam duas características extremamente importantes em qualquer trabalho de seleção animal”, aponta o presidente do Conselho Deliberativo Técnico da ABCB Senepol, Pedro Crosara.

Foi delimitado para a realização da prova o número máximo de cinco animais por criatório. Dessa forma, cada criador pôde selecionar o que tem de melhor no plantel, atribuindo para muitos pecuaristas a possibilidade de conhecer e avaliar tecnicamente a genética do plantel. “Com as definições estabelecidas coloca-se o mesmo peso, critério e oportunidade de participação para diferentes pecuaristas da raça Senepol, criadores pequenos, médios e grandes têm o mesmo equilíbrio na prova, pois a ABCB Senepol e a UFU buscam animais diferenciados, que vão contribuir com o plantel da raça no Brasil, independente da origem do criatório”, acrescenta Crosara.

A expectativa é positiva para os pecuaristas, bem como para a professora doutora Carina Ubirajara, responsável pela realização da prova, que declarou entusiasmo com os resultados vindouros e disposição para seguir com o projeto nos próximos anos, uma vez que, para ela, avaliar a raça é fundamental para o desenvolvimento do taurino tropical.

“Acreditamos no potencial do Senepol, porém achamos que tem que ter avaliação, porque todas as raças têm elite, superior, regular e inferior. Por isso vamos encontrar os melhores. Além disso, o nosso foco é avaliação genética e melhoramento para a pecuária de corte, então, qualquer demanda científica é muito importante e a gente, enquanto universidade, tem que fazer o trabalho”, declara Carina.

Período de avaliação

A data estipulada para a entrada dos animais é de 20 a 23 de janeiro e, a partir do dia 26, a prova terá início. Para a obtenção de melhores resultados, a avaliação começa efetivamente após 21 dias de adaptação dos touros, no que diz respeito ao local, dieta, novo ambiente e a estrutura de GrowSafe, pois os animais precisam aprender a se alimentar individualmente. Após o período adaptativo as mensurações vão ocorrer a cada 14 dias.

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Por se tratar de uma prova em que o critério principal de seleção é o cálculo do CAR, ela terá duração de 91 dias e tem como data prevista para o término o dia 27 de abril de 2015.

Assessoria de Comunicação/Berrante Comunicação

Por Karina Mamede

Com o apoio da ABCB Senepol, UFU realiza avaliação do taurino tropical

A 1ª Edição da Prova de Eficiência Alimentar de Touros Senepol identificará os animais que estão prontos para produzir de forma eficiente e lucrativa para o plantel.

 

O avanço da pecuária nacional pressiona os pecuaristas a utilizarem animais eficientes e que podem render bons frutos para o criatório. Para identificar bovinos que atendem às necessidades do mercado, será realizada a 1ª Edição da Prova de Eficiência Alimentar de Touros Senepol.

A prova será desenvolvida na Vitrine Tecnológica da Fazenda Capim Branco, da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), tendo o apoio da Associação Brasileira dos Criadores de Bovinos Senepol (ABCB Senepol). O teste se propõe a realizar a avaliação dos touros da raça Senepol em relação ao consumo alimentar residual (CAR), tendo como objetivo central identificar animais com bom desempenho para eficiência alimentar.

A prova será realizada com 25 animais, no mínimo, sem exceder 55 taurinos, tendo como critério de preenchimento das vagas a ordem de inscrição, realizada através do e-mail da professora doutora Carina Ubirajara (carinauf@famev.ufu.br). Os pecuaristas devem preencher a ficha de inscrição e encaminhar para o endereço eletrônico entre os dias 05 e 09 de janeiro de 2015.

Segundo os critérios necessários para que os animais participem da prova, o criador deve inscrever os touros que tenham registro genealógico de nascimento (RGN) e que nasceram entre 01 de outubro e 30 de novembro de 2013. Cada criador pode inscrever, no mínimo, um animal e, no máximo, cinco touros Senepol.

A prova consiste na classificação dos animais pelo cálculo do CAR, através do GrowSafe. As mensurações realizadas com a ultrassonografia de carcaça (área de olho de lombo, acabamento e marmoreio), ganho em peso, perímetro escrotal e altura serão complementares.

Outras exigências para participar da avaliação: apresentar atestado negativo de brucelose e tuberculose bovina, RGN e contrato assinado, em duas vias. A prova terá início no dia 26 de janeiro, com término agendado para o dia 27 de abril de 2015.

 

Veja aqui o Regulamento no site da ABCB Senepol.

 

Senepol: Pesquisa aponta melhoradores

Levantamento de informações sobre a raça reúne dados sobre perfomance e seleciona melhores animais do rebanho

Um levantamento de informações sobre a raça senepol pretende estimular a procura pelos animais de pele vermelha. Para isso, criadores investiram em uma prova de ganho de peso. 

Três técnicos de setores diferentes, uma pesquisadora da Universidade Federal de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, e 158 animais para serem avaliados. A tarefa de toda a equipe era levantar o máximo de informações sobre a raça senepol, que passaram por uma prova de ganho de peso de alta performance, nos últimos seis meses. O trabalho serviu como ferramenta de seleção do rebanho e foi realizado na Fazenda Tufubarina, no município de Monte Alegre de Minas (MG).

– Todo mundo produz fundo, meio e cabeceira. Mas como se identifica esse fundo, meio e cabeceira? É só através de avaliação. E não existe mais apenas a avaliação visual. Só ela não vale mais – explica o pecuarista Gustavo Rezende Vieira.

Os animais, machos e fêmeas, são contemporâneos em 90 dias e foram fechados no confinamento logo após a desmama. Durante a prova, receberam alimentação à base de concentrado proteico para crescimento, e silagem de milho.

Além do ganho de peso e do desenvolvimento de carcaça, várias outras características foram avaliadas durante os 168 dias da prova. Entre elas, as marcas reprodutivas e de padrão racial. Com todos os dados em mãos será possível separar os animais com potencial para ser melhoradores dentro da raça, tanto para a produção de animais puros, quanto para os cruzamentos.

Os lotes foram divididos em quatro grupos: inferior, regular, superior e elite. A classificação foi feita com base nos dados levantados durante as pesagens, medições e exames com ultrassonografia, além das notas da avaliação visual. Pontuação que nem sempre coincidia, se para um dos técnicos os aprumos de determinado animal mereciam nota 4, para o outro poderia não ser bem assim. Uma divergência saudável, que contribuiu para a eleição de animais diferenciados.

– É uma raça que se destaca em produtividade, se destaca em precocidade sexual, se destaca em rendimento através da avaliação por meio da área de olho de lombo, e é importante dentro desse conjunto de animais da raça senepol, a gente identificar aqueles que realmente são avaliados geneticamente superiores – diz a diretora de Produção Animal da AFU, Carina Ubirajara de Faria.

De acordo com o pecuarista Gustavo Rezende, apenas os animais dos lotes superiores e elite serão destinados à reprodução, para garantir a continuidade do melhoramento. O senepol tem apenas 14 anos de Brasil, mas, segundo esse representante de central de inseminação artificial, os animais da raça estão em evidência como uma das boas opções para a pecuária de corte no país.

– É um animal resistente a ectoparasitas, resistente ao calor. Ele aguenta um desafio um pouco maior de alimento em sistema de pastagem, e devido a isso é que o pessoal tem buscado essa raça – afirma Miguel Abdalla, gerente de corte taurino.

Em uma central, que fica em Uberaba (MG), oito touros senepol estão em coleta. De acordo com dados da Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia), só no primeiro semestre de 2014 foram vendidas mais de 42 mil doses de sêmen de reprodutores da raça. Sinônimo de reconhecimento para quem se dedica à seleção desses animais.

– Já conseguimos nesses 14 anos de Brasil, identificar quais são os animais melhoradores para o objetivo daquele criador. Dependendo de qual o sistema de produção dele, já têm animais para atendê-lo bem, nos mais diversos sistemas de produção – garante Rezende.

 

 

 

 

 

 

 

 

Pioneira no Estado, criatório leiloa lotes da raça taurina Senepol que é ascensão em MS

O sucesso da criação da raça é tão grande que a família Reich está promovendo um leilão de liquidação para os dias 6, 8 e 9 de dezembro. Serão ofertados 245 animais, sendo 80 doadores, 15 reprodutores e 150 babies em lotes individuais e múltiplos

Um dia de campo foi preparado à imprensa na última segunda feira (24) na Fazenda Senepol Luar, em Camapuã, localizada a 130 quilômetros de Campo Grande, sentido Cuiabá, às margens da BR-163. O criatório, do proprietário rural, Sr. Adilson Reich, um dos pioneiros na criação do Senepol em Mato Grosso do Sul e referência entre os criadores no Brasil.

 

Reich e seu filho Guilherme Reich receberam os jornalistas em uma manhã que o tempo ameaçava chover, porém o sol e os ventos não atrapalharam toda a equipe da fazenda de mostrar a todos as belezas do Senepol Luar. Adilson explicou que começou a utilizar o Senepol há mais de 10 anos em cruzamentos, na tentativa de melhorar o desempenho dos rebanhos na produção de carne.

 

“Eu conheci primeiramente através do cruzamento, cruzando Senepol com vacas nelore e fiquei impressionado com esse cruzamento que começamos a correr atrás. Colocando também em cima, meio sangue Senepol e aí no ano de 2004 fomos ver um criatório em Ariquemes da Nova Vida, compramos alguns animais e começamos a criação de animais puros”, disse o produtor.

Naquela época o pecuarista investiu na compra de seis matrizes e começou o trabalho de melhoramento genético na fazenda. “Começamos fazendo transferência de embrião. Também importando embriões dos EUA para multiplicar”, relembrou.

 

O senepol é uma raça de gado ainda pouco conhecida no Brasil. É o resultado do cruzamento das raças n´dama, presente no Senegal, com o red poll, da Grã-Bretanha. Os principais atrativos desse cruzamento são a adaptação ao clima quente de Mato Grosso do Sul e o desenvolvimento precoce.

 

O clima quente do Estado favorece a criação do gado Senepol. A raça rústica tem bom desenvolvimento mesmo em altas temperaturas. Outra vantagem é que os animais exigem menos cuidados e são mais resistentes aos parasitas, além da precocidade.

 

Pesquisas com o Senepol estão sendo realizadas em parceria com a fazenda e a Embrapa Gado de Corte na Capital. Os pesquisadores oferecem assistência técnica aos criadores de todo o Brasil, além disso, animais puro sangue e cruzados passam por análises que vão ajudar na avaliação dos benefícios da raça na produtividade de carne do rebanho.

 

“Nós avaliamos por duas safras, começamos ano passado, agora em agosto passado nasceu a primeira, o ano que vem nasce a segunda. Nós estamos avaliando desde o nascimento até o abate, então todas as fases de produção, na cria, recria e terminação em sistema precoce, ou seja, desmama em 8 meses uma recria de 1 ano a pasto com suplementação mineral nas águas e energético proteica na seca e uma terminação em confinamento com abate em 24 meses produzindo um novilho precoce de qualidade”, disse o pesquisador zootecnista da Embrapa Gado de Corte.

 

Hoje a raça segundo a Associação dos Criadores está presente em 15 países. A fazenda Senepol Luar faz parte do núcleo brasileiro de melhoramento genético da raça Senepol e os resultados dos investimentos podem ser vistos no rebanho.

 

 

Por ano são vendidos na fazenda cerca de 100 touros reprodutores. Eles saem da fazenda em média aos 18 meses e já prontos para reprodução, o diferencial deste animal é que ele consegue fazer a cobertura campo de até 50 vacas.

 

O sucesso da criação da raça é tão grande que a família Reich está promovendo um leilão de liquidação para os dias 6, 8 e 9 de dezembro próximo. Serão ofertados 245 animais, sendo 80 doadores, 15 reprodutores e 150 babies (fêmeas e machos), em lotes individuais e múltiplos. No dia 6, o leilão será presencial, às 13h, no Terra Nova Centro de Eventos, em Campo Grande. Nos outros dois dias o evento será virtual, com transmissão pela Canal Rural.

 

Fazem parte do leilão ainda mil embriões e 1,5 mil doses de sêmen, ainda sem pacotes definidos. A expectativa do Sr. Adilson Reich é alcançar de 8 a R$ 12 milhões com o leilão. “Esperamos ter nesses três dias de leilão, sucesso absoluto. Optamos por liquidar alguns lotes por questões de negócios”, disse o herdeiro, Guilherme Reich.

 

 

 
 

Grama disponibiliza 600 embriões Senepol PO, para a parceria com Boi Rodrigues, em Mato Grosso

Um começo preciso. Assim Manoel Pedro Rodrigues classifica sua entrada no Senepol a partir da genética Grama. Foi com uma parceria volumosa que ele decidiu agregar valor à sua atividade pecuária, para produzir a ferramenta que sua região de atuação precisa para produzir carne em abundância e qualidade. E Guarantã do Norte-MT está para conhecer os primeiros produtos da Fazenda Harmonia, onde desenvolve a atividade e dá os primeiros passos na divulgação da marca BoiRodrigues, simultaneamente com o inicio da parceria com o Senepol da Grama.

Atividade rural está na vida de Manoel Rodrigues desde criança. Seus avós maternos e seus pais tinham propriedades na Capital paulista. Mas foi em 2001 que retornou à atividade com o auxilio de seu irmão João, conciliando com a formação profissional de engenheiro. Com ciclo completo em Guarantã do Norte, ele agora quer atender uma demanda de mercado que cresceu no Brasil, assim como o Senepol. “Percebi um grande interesse pelos touros Senepol e decidi iniciar alguns investimentos para fornecer genética nessa região de pecuária muito extensiva”, explica.

O primeiro passo foi conhecer a raça dentro da Feicorte, em São Paulo/SP, há três anos. Conheceu a assistência dos técnicos da S+ e o grupo Parceiros do Senepol, fundado pela Grama, Santa Helena e Genetropic, e decidiu iniciar os investimentos. No leilão Grama 15 Anos e Convocados, comprou 50% da jovem doadora Grama 623, em parceria com o criatório. “É como em outras sociedades: o criador desfruta dessa genética e nós cuidamos de todo o procedimento”, explica o titular da Grama, Júnior Fernandes.

Grama 623, Lote 21 do Leilão Grama 15 Anos, em maio, e primeiro produto da sociedade com a BoiRodrigues

 

Grama 623, Lote 21 do Leilão Grama 15 Anos, em maio, e primeiro produto da sociedade com a BoiRodrigues

Essa decisão de investir no P.O. se deu em função de experimentar o poder produtivo do touro Senepol. Manoel Rodrigues comprou no leilão do Vitrine do Senepol 19 reprodutores para cobrir a campo na região Norte do Mato Grosso. Inseminou suas vacas brancas e algumas F-1 e começa agora a ver os resultados, com os primeiros bezerros nascendo. “A gente pretende, com isso, encurtar o processo de formação do boi de abate, reduzindo drasticamente o período da recria e garantindo um produto de valor agregado”, declara Manoel Rodrigues.

É o que ele quer passar ao mercado, evitando que seus vizinhos da região precisem buscar um touro tão distante para produzir na fazenda. “Há um percentual muito representativo de fêmeas para reprodução aqui na região e com isso a gente vai facilitar a logística de distribuição desses animais que estamos planejando fazer”.

Manoel Rodrigues passou boa parte de outubro na fazenda, implantando com equipes técnicas os 600 embriões vitrificados e congelados de FIV que firmou na parceria com a Grama. “A gente sempre teve aptidão de produção de carne, produzimos inicialmente F-1 com Angus e agora o Senepol veio preencher um espaço comercial que se mostra muito interessante”, conta o pecuarista, proprietário de um rebanho de 1.800 matrizes, entre Nelore e F-1. “A gente quer ser fornecedor de genética Senepol para atender à demanda aqui na região”.

Com os pés no chão, espera nessa primeira fase produzir ao menos 200 crias, sem levar em conta os índices observados nas taxas de prenhezes que o Senepol tem apresentado no Brasil – próxima dos 50%. “O plano é trabalhar com essa expectativa, também em função do que a realidade da região em termos climáticos exige para composição das receptoras, mas claro que temos observado os resultados e se isso se confirmar aqui também será ótimo”.

Tão logo surjam os primeiros resultados da FIV na parceria com a Grama, bem como o desmame dos seus primeiros bezerros meio-sangue Senepol, voltaremos a trazer as notícias do BoiRodrigues, que está preenchendo de vermelho os campos de outra região típica para a criação de Senepol no Brasil.

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Venda gado raça Senepol Fazenda San Francisco.